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A alguns anos quando iniciei no conhecimento profissional nesta área, me surpreendi por me deparar com diversas formas de discriminação, mesmo com toda difusão e orientação contrária em todas as formas de Mídia, pude verificar e ainda verifico com assombro que existe uma discriminação silenciosa e ignorante a respeito de pessoas portadoras de necessidades especiais...
Se formos pautar pela LEI esta discriminação pode ser classificada até como crime se por ocasião da ação provocar alguma perda moral ou material, ou de alguma forma cercear algum direito constitucional do portador de necessidade, bem como os direitos básicos previstos na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente, pois uma das formas de discriminação que verifiquei foi justamente esta, “onde as pessoas vêem portadores de necessidades como indivíduos que não são abrangidos por nossas LEIS magnas”...
No decorrer do último mês em alusão ao curso, pude ouvir as opiniões das minhas colegas docentes, onde pude verificar que grande maioria dos profissionais em Educação são os primeiros a usarem termos pejorativos para definir alunos de AEE, usando termos assustadoramente promíscuos como “mongolóide, babentos, ceguinhos, aleijados ou retardados”... Para min como profissional em Psicopedagogia estes termos doem aos ouvidos como trombetas de ignorância e falta de informação, deste modo acredito que a disciplina de AEE deveria ser matéria obrigatória em todos os cursos pedagógicos no nosso País...
O serviço público se transformou num ambiente altamente competitivo todos desejam ascensão profissional e as vezes esquecem de observar se têm vocação ao que se propõe. O curso de AEE não é uma Pós-graduação de graça (como ouvi várias vezes), este é um curso que busca profissionais com perfil específico, que tenha vasto conhecimento em informática e sua aplicação na educação e que estejam dispostas a realizar um trabalho eficaz no que é proposto pelas tutorias estaduais e Federais...
Depois do 1º ENCONTRO PRESENCIAL ocorrido em PVH no dia 13 deste mês, fiquei mais animada e empolgada com o curso, pois vem de encontro aos meus anseios e minha filosofia de trabalho, fiquei impressionada com o desprendimento da tutora e seu empenho. Estou confiante que tal ação será um marco na história da Educação em nosso País.
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A alguns anos quando iniciei no conhecimento profissional nesta área, me surpreendi por me deparar com diversas formas de discriminação, mesmo com toda difusão e orientação contrária em todas as formas de Mídia, pude verificar e ainda verifico com assombro que existe uma discriminação silenciosa e ignorante a respeito de pessoas portadoras de necessidades especiais...
Se formos pautar pela LEI esta discriminação pode ser classificada até como crime se por ocasião da ação provocar alguma perda moral ou material, ou de alguma forma cercear algum direito constitucional do portador de necessidade, bem como os direitos básicos previstos na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente, pois uma das formas de discriminação que verifiquei foi justamente esta, “onde as pessoas vêem portadores de necessidades como indivíduos que não são abrangidos por nossas LEIS magnas”...
No decorrer do último mês em alusão ao curso, pude ouvir as opiniões das minhas colegas docentes, onde pude verificar que grande maioria dos profissionais em Educação são os primeiros a usarem termos pejorativos para definir alunos de AEE, usando termos assustadoramente promíscuos como “mongolóide, babentos, ceguinhos, aleijados ou retardados”... Para min como profissional em Psicopedagogia estes termos doem aos ouvidos como trombetas de ignorância e falta de informação, deste modo acredito que a disciplina de AEE deveria ser matéria obrigatória em todos os cursos pedagógicos no nosso País...
O serviço público se transformou num ambiente altamente competitivo todos desejam ascensão profissional e as vezes esquecem de observar se têm vocação ao que se propõe. O curso de AEE não é uma Pós-graduação de graça (como ouvi várias vezes), este é um curso que busca profissionais com perfil específico, que tenha vasto conhecimento em informática e sua aplicação na educação e que estejam dispostas a realizar um trabalho eficaz no que é proposto pelas tutorias estaduais e Federais...
Depois do 1º ENCONTRO PRESENCIAL ocorrido em PVH no dia 13 deste mês, fiquei mais animada e empolgada com o curso, pois vem de encontro aos meus anseios e minha filosofia de trabalho, fiquei impressionada com o desprendimento da tutora e seu empenho. Estou confiante que tal ação será um marco na história da Educação em nosso País.
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É um fato muito lamentável saber que ainda existe discriminação!
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